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Menina modesta lendo e meditando

Partes honestas e desonestas de nosso corpo

Segundo a moral católica, nosso corpo é dividido em partes honestas, semi-honestas e desonestas. As partes desonestas são as partes íntimas e regiões vizinhas. As semi-honestas ou menos honestas são os seios, braços, flancos. As partes honestas são as mãos, os pés e o rosto. (Compêndio de Teologia Moral. Autor: Padre Teodoro da Torre Del Grecco).

A Igreja – através dos Papas, dos santos e de seus membros mais dignos – tem insistido para que o vestuário cubra tantos as partes desonestas, quanto as semi-honestas do corpo. Eis as palavras do Cardeal Basilio Pompili (Cardeal-Vigário do Papa XI), em orientação datada de 24 de setembro de 1928: "… um vestido não pode ser considerado decente se ele tem um corte mais fundo que dois dedos abaixo da cova da garganta, o qual não cobre os braços pelo menos até os cotovelos e chega até um pouco abaixo do joelho. Além disso, vestidos com material transparente são impróprios."

Os dois dedos abaixo da base do pescoço correspondem aproximadamente a 5 centímetros (ou duas polegadas). Existe uma tolerância em mostrar parte dos braços e das pernas. Devido a condições de mercado impossíveis de alterar, as mangas curtas são toleradas, temporariamente, com Aprovação Eclesiástica, até que a feminilidade Cristã se volte de novo para Maria, como o modelo do Pudor no vestuário. (Imprimatur: Albert R. Zuroweste, Bispo de Belleville, Illinois). Pode-se ler algumas destas normas em: Fonte: http://www.fatima.org/port/essentials/requests/modestdrespt.asp.

Se alguém quiser conhecer as diretrizes imitidas pela Santa Sé e pelas autoridades da Igreja sobre este assunto, basta dirigir-se aos gabinetes da Cruzada Internacional do Rosário de Fátima e pedir o folheto "A modéstia no vestir normas Marianas".

Por instruções do Papa Pio XI, o Cardeal Donato Sbarretti, Prefeito da Congregação do Consistório, emitiu, no dia da Festividade da Sagrada Família (12 de Janeiro de 1930), esta regra sobre o que constitui a modéstia no vestir. Esta declaração é a mais específica e, neste sentido, a de maior autoridade que a Igreja alguma vez emitiu sobre o tema da modéstia. Nenhum outro Papa a substituiu ou modificou. Esta declaração, então como agora, obriga em consciência. Note-se ainda que apenas indica os requisitos mínimos, ao dizer: "Um vestido não pode chamar-se decente etc..."

Richard J. Lloyd, "On Christian Modesty: The Natural Guardian of Chastity", reproduzido de The Remnant, pp. 2-3, Cf. Rita Davidson, Immodesty – Satan's Virtue, Little Flowers Family Apostolates, 2001, Lanark, Ontario, Canadá, p. 121.

Artigo de segunda-feira, 6 de maio de 2019.

Tags: comprimento modéstia normas padrão regras vestir

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