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Família católica

Defendendo a família cristã de mulheres revolucionárias

A família cristã é a instituição básica da civilização. Está senda atacada atualmente por todos os lados, inclusive por mulheres. Naturalmente, queremos defender a família.

A família deve ser defendida de mulheres imorais. A mulher que usa a sensualidade na roupa, no comportamento ou na ação para induzir os outros a um entretenimento superficial e ilícito é a inimiga da verdadeira vocação. Ela procura revirar todas as barreiras para abrir caminho para a imoralidade.

Esta mulher tenta convencer os outros a abandonarem o dever a favor de um estilo de vida mais “emocionante”. Isso é encorajado com falsas promessas de “liberdade”. Mas essa falsa liberdade rapidamente dá lugar a uma indulgência grosseira. Com isso a mulher perde a autodisciplina e o auto-sacrifício, cujo fruto é a identidade, a felicidade e a prosperidade de Deus.

Para estas mulheres, a riqueza da vida familiar é substituída pela “liberdade” do vazio até que toda a família é destruída por um ou mais membros, pela separação do divórcio ou dos filhos. Essa “liberdade” de se querer tudo e de se poder fazer tudo as tornam presas e vazias de seu pequeno mundo rebelde.

Também há mulher que leva os seus na Igreja a sério, porém negligencia seus deveres de esposa, ignora a autoridade de seu marido, contradizendo o exemplo de Santa Monica e de outras santas mulheres. Esta mulher tenta ser a cabeça da família em vez de o coração. Vai à Igreja sozinha e se acha piedosa demais para perder tempo preparando amorosamente a casa. Na verdade, esta mulher orgulhosa tem pouca preocupação para com o marido, além de lhe oferecer o status de cristão e ser casado com uma mulher e de ter tido filhos com ela.

Mas agora devemos examinar a vida da boa cristã dentro da família. Essa mulher é contra-revolucionária e vive uma vida equilibrada, combate a sensualidade e o orgulho. Possui duas qualidades mais distintas:

Primeiro: ela fica dentro da casa. Ela aceita a proteção da vida doméstica. Ela sabe que o mundo é perigoso e extremamente imoral. Ela não teme o mundo, mas sacrifica o mundo. A abnegação é, afinal, essencial para a vocação.

A boa mulher percebe as responsabilidades da casa, mãe, ensino, planejamento, culinária, limpeza e manutenção da ordem, e muita oração. Existem responsabilidades e obrigações infinitas!

A vocação da maternidade está no lar e, como todas as vocações, nos obriga a assumir a Cruz e a renunciar ao mundo. Talvez devemos nos aventurar? Então, deixe com os olhos abertos ao perigo, um espírito calmo para proteger a santa castidade e um apostolado feminino de modéstia e elegância.

A família cristã, através das gerações, oferece recursos tremendos para o desenvolvimento de caráter e habilidade. A família ensina o sacrifício, um remédio natural para a imoralidade e o orgulho.

Em segundo lugar: a boa mulher respeita o marido. Ela permite e deseja que sua vida seja formada com outra. Ela escolhe agarrar-se a seu casamento como Santa Monica e recebe a graça da perseverança. Esta é uma atitude heróica, tranquila e modesta, de uma boa mulher que ultrapassa a ideia individualista de viver uma vida de solteira e de se casar por diversão.

Há mulheres que dirão que o marido é estúpido e preguiçoso e que querem lutar pela Igreja, deixando-o de lado. Mas se a vocação que Deus deseja não é só para nós, mas é para ajudar toda a família a ir para o Céu, as pequenas orações, sacrifícios e deveres da boa mulher casada, quando unidos ao trabalho de seu marido, agem com poder porque agem como duas pessoas abençoadas por Deus.

Esta boa mulher defende a família cristã.

“Como Sara que obedecia a Abraão, chamando-o de senhor. Dela vos tornais filhas (…) Finalmente, tende todos um só coração e uma só alma, sentimentos de amor fraterno, de misericórdia, de humildade. Não pagueis mal com mal, nem injúria com injúria. Ao contrário, abençoai, pois para isto fostes chamados, para que sejais herdeiros da bênção. (1 Pedro: 3,6-9)

Retirado e adaptado do texto “Defending the Christian Family Against Revolutionary Women”. The Catholic Lady. Modesty and Elegance.

Artigo de segunda-feira, 21 de agosto de 2017.

Tags: casa família

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